"Nao tenho medo da morte, tenho saudades da vida."
Atravessou todos os pedacinhos do meu corpo e ficou a pairar sobre os meus pensamentos durante muito tempo.
Passamos grande parte da nossa vida a pensar, a ponderar, a recuar perante aquilo que queremos, a rejeitar aquilo e aqueles que gostamos. Até onde nos leva a nossa cobardia? Argumentamos estarmo-nos a proteger: TRETAS! Somos uns fracos, com medo de correr riscos, com medo da incerteza. Qual o sabor de deixar escapar o que realmente desejamos? Afinal de contas qual é a finalidade da vida? É seguir padroes, regras, esteriotipos e preconceitos? Mas afinal vivemos segundo os nossos sentimentos ou orientamo-nos pelo que a sociedade nos impinge diariamente?
Como é o verdadeiro "eu"? Como se vestiria? Como falaria? Onde viveria? Quem seriam os seus amigos?
Se realmente nos passa a vida toda quando estamos prestes a partir, será que vamos gostar do que vemos?
Onde e com quem deixamos o nosso verdadeiro "EU"?
Atravessou todos os pedacinhos do meu corpo e ficou a pairar sobre os meus pensamentos durante muito tempo.
Passamos grande parte da nossa vida a pensar, a ponderar, a recuar perante aquilo que queremos, a rejeitar aquilo e aqueles que gostamos. Até onde nos leva a nossa cobardia? Argumentamos estarmo-nos a proteger: TRETAS! Somos uns fracos, com medo de correr riscos, com medo da incerteza. Qual o sabor de deixar escapar o que realmente desejamos? Afinal de contas qual é a finalidade da vida? É seguir padroes, regras, esteriotipos e preconceitos? Mas afinal vivemos segundo os nossos sentimentos ou orientamo-nos pelo que a sociedade nos impinge diariamente?
Como é o verdadeiro "eu"? Como se vestiria? Como falaria? Onde viveria? Quem seriam os seus amigos?
Se realmente nos passa a vida toda quando estamos prestes a partir, será que vamos gostar do que vemos?
Onde e com quem deixamos o nosso verdadeiro "EU"?

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